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Livro “E você, vai morrer do quê?”

Posted by 28 mai, 2015

A obra tem por objetivo fazer com que as pessoas reflitam quanto aos riscos aos quais estão submetidas no cotidiano e, a partir daí, se sintam motivadas a mudar antigas atitudes e hábitos ruins prejudiciais a ela mesma. O que valeria a pena escolher – pôr mais vida em nossos anos, ou pôr mais anos em […]

A obra tem por objetivo fazer com que as pessoas reflitam quanto aos riscos aos quais estão submetidas no cotidiano e, a partir daí, se sintam motivadas a mudar antigas atitudes e hábitos ruins prejudiciais a ela mesma.

O que valeria a pena escolher – pôr mais vida em nossos anos, ou pôr mais anos em nossas vidas? – o trecho foi extraído do livro O Valor do Amanhã, de Eduardo Giannetti – E você já parou para pensar nisso? O que priorizar? Onde investir nosso precioso e escasso tempo? Pois é, ao decidirmos por isso ou aquilo, de alguma maneira estamos priorizando o curto, o médio ou o longo prazo da vida. Mas ela não dá tréguas!

A obra “E você, vai morrer do quê?”, do sócio–fundador da AMP Consultoria, Marcos Oriqui, traz novos conhecimentos e propõe reflexões importantes sobre a probabilidade de continuarmos vivos. Ela analisa as diferenças entre a morte natural e a morte violenta, em que se destacam aquelas causadas pela má conduta ao dirigir. Além disso, o livro aborda um estudo recente em que alguns dados surpreendentes e propostas pragmáticas são mostrados.

“O principal objetivo da obra é sensibilizar, informar e qualificar, mas, quero também, polemizar e promover um debate mais amplo sobre a minimização dos riscos de morte. Creio que o principal recado que deixo, por meio do livro, é que só tomamos boas decisões quando abastecidos com boas informações”, diz Oriqui.

O livro também explica que ações preventivas visam à minimização dos riscos de sermos surpreendidos por eventos prováveis, mas indesejados, como, por exemplo, lesões, doenças, multas, acidentes, entre outros. Porém, o comportamento preventivo é um “valor”, é “cultural”, e está intrinsecamente associado ao estágio de evolução de cada um, ou seja, não são todos que entendem, que gostam e que o adotarão.

Estatísticas

Após uma análise do Sistema de Informações sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde, referente ao ano de 2010, o consultor aponta os principais riscos para cada faixa etária e destaca a escalada no índice de mortes causadas por acidentes de trânsito nos últimos anos.

Em 2010, foram contabilizadas mais de um milhão de mortes, sendo que 72,6% estavam associadas a quatro causas: os problemas cardiorrespiratórios, o câncer, o AVC (acidente vascular cerebral) e as mortes violentas (homicídios e acidentes de trânsito). Dentre todas essas, o acidente de trânsito é a causa mais provável para a morte de pessoas que estejam na faixa dos 20 aos 39 anos, fato que representa um desperdício alarmante de recursos humanos. Por isso, o livro também traz para esse público, vítimas e causadores de grandes tragédias no trânsito, dicas e informações de como minimizar esse risco.

Na obra o autor critica duramente o poder público, principalmente a atuação do CONTRAN no direcionamento das ações que visam o aumento da segurança, e também os Centros de Formação de Condutores (CFCs), que segundo ele são responsáveis diretos por grande parte das mortes em acidentes. “Nossos instrutores tem uma formação extremamente precária, ganham pouco, não são valorizados e, como consequência, deixam muito a desejar nas aulas que dão, e isso tem um impacto direto e violento em nossas estatísticas de mortalidade no trânsito. E, por incrível que pareça, raramente isso é citado ou colocado em discussão”, opina o autor.

“A ignorância é o embrião da imprudência, que é, por sua vez, a principal causa deste absurdo que se vê nas estatísticas e no cotidiano do nosso trânsito, gerando um enorme desperdício de recursos, milhares de mortes e centenas de mutilados e incapacitados para o trabalho”, sinaliza Oriqui.

O autor também relata que o governo noticiou a morte de 43.600 pessoas como vítimas do trânsito em 2010. Outra fonte aponta que essa estatística chega aos 60 mil. Porém o consultor trabalha com o número próximo de 100 mil mortos anualmente em nosso país. “As estatísticas oficiais de pessoas mortas no trânsito brasileiro são totalmente desprovidas de credibilidade”, revela Oriqui.

A obra também aponta que no Brasil é absolutamente raro o trabalho de acompanhamentos dos acidentados pelo período de 30 dias, o que distorce gravemente a contagem de óbitos no país, pois um grande número de pessoas é socorrido com vida, mas falecem nas primeiras 24 horas, ou alguns dias após o ocorrido, e na imensa maioria dos casos esse número não é incorporado nas estatísticas.

“O trânsito é um jogo, mas não é eletrônico, pois nele as pessoas sofrem, choram e gritam. É um jogo bruto, em que os mais preparados sofrem menos e vivem mais. Essa é a regra! E você, está devidamente preparado para ele?”, questiona o autor no livro.

 

 

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Guia para fazer uma cidade mais “caminhável”

Posted by 27 mai, 2015

Atenção gestores municipais! Um novo livro lançado nos Estados Unidos (ainda sem tradução em português) enumera dez medidas que podem fazer uma cidade mais agradável para pedestres, que estimule as pessoas a deixarem seus carros na garagem e aproveitarem melhor o espaço urbano. Walkable Cities (cidades “caminháveis”, em tradução literal), do urbanista Jeff Speck sugere […]

Atenção gestores municipais! Um novo livro lançado nos Estados Unidos (ainda sem tradução em português) enumera dez medidas que podem fazer uma cidade mais agradável para pedestres, que estimule as pessoas a deixarem seus carros na garagem e aproveitarem melhor o espaço urbano. Walkable Cities (cidades “caminháveis”, em tradução literal), do urbanista Jeff Speck sugere os caminhos para a criar walkability, ou a capacidade de se promover essa mudança da cultura do automóvel para a cultura da convivência citadina. Abaixo deixamos um resumo das principais diretrizes apontadas por Speck. Confira:

1. Coloque os carros em seus lugares

Já ficou provado que aumentar a capacidade de tráfego não reduz congestionamentos, mas traz mais carros para as ruas. Esse fenômeno de chamado demanda induzida traz consequências especialmente para os bairros e regiões centrais (não se pode pensar somente na fluência do tráfico das rodovias). As ruas são tratadas não como espaços públicos para convivência de pessoas, mas como conveniências para veículos. A sugestão de Speck para esse problema são os pedágios urbanos e zonas dedicadas somente a pedestres.

2. Misture os usos

A aproximação entre zonas comerciais e residenciais é uma boa pedida. Assim, as pessoas teriam mais incentivos para se deslocarem a pé, gastando menos tempo com trânsito de carros. Afinal, “as cidades foram feitas para aproximar coisas”. Apartamentos próximos a comércios nos centros urbanos existem e são bons em custo-benefício.

3. Acerte os estacionamentos

Speck defende que a inflação de parking lots deve dar lugar a grandes estacionamentos únicos para vários conjuntos comerciais, com maiores preços. A ideia é economizar espaço e consolidar opções confiáveis de locais para guardar os automóveis.

4. Faça o trânsito funcionar

Nem sempre novas soluções são a saída. Tão importante quanto é se certificar que o que já existe funcione da maneira mais correta e fluente possível. Os meios de transporte público são um aspecto fundamental deste ponto. Eles devem não só funcionar, como também parecerem alternativas atraentes.

5. Proteja o pedestre

Speck argumenta que as estradas largas e de múltiplas faixas convidam altas velocidades. Portanto, elas deveriam ser mais estreitas. O urbanista sugere inclusive a retirada de sinalizações de trânsito, pois assim os motoristas seriam instintivamente mais cautelosos a todo instante, pois caso sintam que vão bater em algo, irão andarem mais devagar.

6. Receba bem as bicicletas

Este item se refere não apenas à construção de ciclovias e ciclofaixas, e sim da percepção pública do ciclista como um fator de atraso no trânsito de carros. Uma ideia mais hospitaleira do uso de bicicletas por parte dos motoristas atrairia mais pessoas a usarem esse meio de transporte.

7. Molde os espaços

Aqui nos aproximamos mais do design da cidade em si. Para Speck, uma cidade bonita para se caminhar não necessariamente precisa ter prédios altos. Paredes brancas e estacionamentos gigantes também são vilões aos olhos do pedestre.

8. Plante árvores

Embora agências de transporte público digam que árvores interferem com a visibilidade, o estudo diz que elas são benéficas para a diminuição de acidentes. Além disso, refrescam o ambiente e contribuem para que a água das chuvas não arraste dejetos e polua o espaço urbano.

9. Faça os prédios parecerem interessantes

O tamanho da distância percorrida nas caminhadas está diretamente relacionado ao que vamos encontrar pelo caminho. Prédios com largas vitrines ajudam. Arquiteturas diferentes também.

10. Faça as escolhas adequadas

No mundo real, claro, não se pode fazer tudo. O importante é identificar quais aspectos que precisam de melhores retoques em uma cidade e atuar pontualmente. O segredo é responder às maiores necessidades que fazem cada município perder seu fator de “caminhabilidade”, ou seja, o que os tornam menos atraentes aos olhos do pedestre.

A matéria na íntegra (em inglês), pode ser acessada através do linkhttp://www.theatlanticcities.com/design/2012/12/10-techniques-making-cities-more-walkable/4047/

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Detran/RS alerta para correta apresentação de condutor infrator  

Posted by 27 mai, 2015

Proprietários de veículos devem estar atentos à correta apresentação de condutor em caso de infração cometida por outra pessoa. Proprietários de veículos devem estar atentos à correta apresentação de condutor em caso de infração cometida por outra pessoa. Em um esforço para combater a impunidade, o Detran/RS começou a aplicar autuação automática para proprietários não habilitados […]

Proprietários de veículos devem estar atentos à correta apresentação de condutor em caso de infração cometida por outra pessoa.

Proprietários de veículos devem estar atentos à correta apresentação de condutor em caso de infração cometida por outra pessoa.
Proprietários de veículos devem estar atentos à correta apresentação de condutor em caso de infração cometida por outra pessoa. Em um esforço para combater a impunidade, o Detran/RS começou a aplicar autuação automática para proprietários não habilitados que não apresentam condutor e para o proprietários que apresentam condutor em situação irregular (sem CNH, com CNH vencida, suspensa, cassada ou de categoria diferente da exigida para o veículo).

 

O sistema, que registra automaticamente a infração nesses dois casos, foi desenvolvido a partir da Resolução 404/2012, do Contran, que previu a medida, tal como já é aplicada para veículos de pessoa jurídica. Nos veículos de pessoa jurídica uma autuação é gerada automaticamente caso não seja devidamente apresentado dentro do prazo quem estava conduzindo o veículo no momento da infração.

“Infrações matam anualmente mais de 2 mil pessoas no trânsito. Quando a educação não for suficiente para mudar comportamentos, é preciso punir o motorista que não respeita as normas que garantem o compartilhamento das vias com segurança. E o combate à impunidade passa por coibir o uso de ‘laranjas’ para evitar a pontuação dos motoristas infratores”, explica o diretor-geral do Detran/RS, Ildo Mário Szinvelski.

Apresentação de condutor

A apresentação de condutor é uma obrigação do proprietário e está prevista no Código de Trânsito Brasileiro. O artigo 257 diz que se o infrator não for identificado pelo agente de trânsito, o proprietário do veículo terá um prazo, após a notificação da autuação, para apresentá-lo. Ao fim desse prazo, diz a lei que se ele não apresentar o condutor, será considerado responsável pela infração.

A apresentação de condutor, portanto, só se aplica para infrações comportamentais, que são de responsabilidade de quem estava dirigindo, e no caso de não haver abordagem do agente. As infrações relacionadas a regularização do veículo (licenciamento, alteração de característica, equipamentos e similares) e regularização do condutor (se está habilitado e em condições de dirigir) são sempre de responsabilidade do proprietário.

Proprietário não habilitado

Deixar de apresentar condutor quando o proprietário não é habilitado pressupõe que o dono do veículo estava dirigindo sem CNH. Dirigir sem habilitação é infração gravíssima, prevista no Artigo 162 do Código de Trânsito Brasileiro e sujeita a multa de R$ 574,62 e a 7 pontos no prontuário.

A lei diz que o proprietário do veículo é sempre responsável pelo pagamento da multa gerada pela infração de trânsito. Mas ao condutor cabe a penalização por pontos, ou suspensão do direito de dirigir, quando for o caso de infrações que preveem essa penalidade. Quando o proprietário não tem CNH, não é possível pontuá-lo, mas ele ficará impedido por seis meses de dar continuidade a processo de habilitação já aberto.

Apresentação de condutor irregular

No segundo caso, em que o proprietário (habilitado ou não) apresenta um condutor sem CNH, com CNH vencida, suspensa, cassada ou de categoria diferente daquela exigida para o veículo, a conduta é penalizada com mais duas infrações, uma para o condutor, outra para o proprietário.  A infração do condutor está prevista no Art 162, do CTB: dirigir veículo em situação irregular. A infração do proprietário é tipificada no artigo 163: entregar a direção do veículo a condutor em situação irregular. Ambas as condutas são infração gravíssima, sujeitas a multa de R$ 574,62 e sete pontos na CNH.

Às multas das infrações automáticas ainda se soma a multa da infração original, podendo chegar a R$3.064,64 no caso de uma infração de valor mais alto, como dirigir sob o efeito de álcool, promover ou participar de rachas e ultrapassagem perigosa (gravíssima com fator multiplicador de 10).

40 mil autuações

Desde dezembro de 2014, quando o sistema foi adaptado para aplicar automaticamente as autuações nesses casos, foram registradas 47.421 infrações automáticas pelo artigo 162 (dirigir sem habilitação ou em situação irregular) e 479 pelo artigo 163 (permitir que pessoa não habilitada ou com habilitação irregular conduza o veículo), totalizando quase 48 mil infrações em menos de seis meses.

Fonte: Detran RS.

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Resultados Exames Teóricos dia 12.05.2015

Posted by 20 mai, 2015

RENACH Nome                12-05-2015 Prova Teórica Resultado RS167407287 ALCEU FELIX PEREIRA Reciclagem de Infratores Reprovado RS167851233 ALESSANDRO LAUTERT BATISTTI Primeira Habilitação Aprovado RS167420828 ANA PAULA ALLEBRANDT BREDA Primeira Habilitação Aprovado RS167455338 BETINA BOHRER Primeira Habilitação Aprovado RS164911162 CLAUDIOMIR PICCOLLI Primeira Habilitação Reprovado RS167749072 DARLISE FERREIRA BORGES DA ROSA Primeira Habilitação Aprovado RS167646842 EDER LUIZ DE RAMOS […]

RENACH Nome                12-05-2015 Prova Teórica Resultado
RS167407287 ALCEU FELIX PEREIRA Reciclagem de Infratores Reprovado
RS167851233 ALESSANDRO LAUTERT BATISTTI Primeira Habilitação Aprovado
RS167420828 ANA PAULA ALLEBRANDT BREDA Primeira Habilitação Aprovado
RS167455338 BETINA BOHRER Primeira Habilitação Aprovado
RS164911162 CLAUDIOMIR PICCOLLI Primeira Habilitação Reprovado
RS167749072 DARLISE FERREIRA BORGES DA ROSA Primeira Habilitação Aprovado
RS167646842 EDER LUIZ DE RAMOS Primeira Habilitação Aprovado
RS167928970 EMERSON DA SILVA RAMOS Primeira Habilitação Aprovado
RS167562738 EVA LECI FERREIRA DE OLIVEIRA DE LIMA Primeira Habilitação Reprovado
RS167339559 FABIELE DUTRA DA SILVA Primeira Habilitação Aprovado
RS167741179 GABRIELI BETTI Primeira Habilitação Reprovado
RS141467070 JOSE NORONHA PINHEIRO Reciclagem de Infratores Reprovado
RS166341789 JULIANO DO AMARANTE NEVES Primeira Habilitação Reprovado
RS167997467 JULIO REMI DOS SANTOS PERES Primeira Habilitação Reprovado
RS167518259 MARCIA DE JESUS SANTOS FERREIRA Primeira Habilitação Aprovado
RS167568710 MARCIANO KNOPF FERREIRA Primeira Habilitação Aprovado
RS167614240 ROSEMERI BARBOSA APOLINARIO Primeira Habilitação Aprovado
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78% dos candidatos que realizam prova prática para categoria B obtém a CNH em até um ano no RS.

Posted by 11 mai, 2015

Por Ildo Mário Szinvelski Diretor-Geral do DETRAN/RS   O chamado índice de reprovação não reflete o número de candidatos reprovados, mas sim o percentual de provas que tem como resultado a reprovação no universo de todas as provas realizadas em determinado período. Isso porque uma mesma pessoa pode realizar diversas provas até ser aprovada. Assim, […]

Por Ildo Mário Szinvelski

Diretor-Geral do DETRAN/RS

 

O chamado índice de reprovação não reflete o número de candidatos reprovados, mas sim o percentual de provas que tem como resultado a reprovação no universo de todas as provas realizadas em determinado período. Isso porque uma mesma pessoa pode realizar diversas provas até ser aprovada. Assim, de todos os exames de direção da cat. B que o DETRAN/RS aplicou em 2014, 65,62% deles tiveram como resultado a reprovação. Porém, na realidade, a melhor medida de aprovação é o número de pessoas que obtém sua CNH no prazo de habilitação (RENACH), lapso de tempo concedido pela legislação. Assim, 78,1% dos candidatos à categoria B que deram início a seu processo de habilitação (abriram RENACH) entre Dezembro de 2012 e Novembro de 2013 e chegaram à etapa das provas práticas obtiveram sua CNH antes de um ano.

 Leia o texto na íntegra no Site da Perkons acessando o endereço:

http://www.perkons.com/pt/estudos-e-pesquisas-etalhes/199/78–dos-candidatos-que-realizam-prova-pratica-para-categoria-b-obtem-a-cnh-em-ate-um-ano-no-rs.

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