Utopia do século XXI
Bom dia, boa tarde ou boa noite meus AMIGOS leitores!
Feliz Dia do Amigo! Atrasado, é claro, mas de coração. Eu não tive a maravilhosa sensação de dar e receber calorosos muitos abraços nesse dia 20 de julho. Porém, dediquei mensagens e frases carinhosas via internet e celular. Sei que não é o bastante, mas quero que todos os meus amigos e conhecidos saibam que meu carinho por vocês é ilimitado e não se restringe a simples mensagens...
Aos leitores (que são amigos indiretos dos autores) deixo uma frase encantadora do poeta carioca Vinicius de Morais:
“Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores. Mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos...”
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3ª edição da Festa da Brilhantina: recorde de público. Mesmo eu não tendo dado o ar de minha graça na festa, conferi as fotos dos profissionais que lá estiveram, assim como notícias sobre a mesma e é de se constatar: a festa devia estar uma maravilha, mesmo com o frio congelante e com as poucas gotas de chuva que caíram naquela noite...
A título de curiosidade: eu estava em casa, prontinho para ir! Mas resolvi assistir ao filme que passava no Super Cine, da Globo. Era uma mistureba de suspense e mortes intitulada de Temos vagas. Não recomendo, a menos que queira passar o tempo, como era o meu caso.
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“Criando membranas”.
Essa foi a frase que uma amiga minha escreveu esses dias em seu MSN. Assim que li me dei por conta do porquê...
Eu como detesto, odeio, tenho raiva de chuva, já criei guelras. Posso sair respirando embaixo d’água. Brincadeira.
Que semanas chuvosas essas duas últimas. São Pedro não tem dado trégua.
O texto de hoje (já bem velhinho: de dezembro do ano passado) discute um pouco sobre o clima e as mudanças provenientes do aquecimento global.
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Utopia do século XXI
O homem e o mundo. Uma relação difícil de ser caracterizada. De certa forma, um acaba com o outro, aos poucos. Mas o planeta Terra não tem como se defender. Tem chovido ou feito muito calor na sua cidade? Esse é o pedido de socorro que o planeta está gritando a alguns anos. As mudanças climáticas versus a irracionalidade humana.
Irracionalidade, pois, há grandes nomes na história humana e nenhum deles foi capaz de alertar ou se alertaram, as sociedades não acreditaram no aquecimento global, que é o aumento da temperatura na Terra. Os cientistas já comprovaram esse fenômeno? Sim, além do que, o associaram aos eventos climáticos intensos e frequentes que se tem visto: as secas, enchentes e furacões, além de catástrofes associadas ao degelo, como o aumento do nível dos oceanos. Não resta mais dúvida que o homem é o causador disso tudo. Estas foram algumas das principais conclusões apresentadas pelo IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças do Clima que é um comitê científico internacional, formado para assessorar a ONU nas questões de mudanças climáticas globais) em Paris, há alguns anos atrás. As mudanças que já está se sentindo, são verificadas através de registros científicos em valores médios ou desvios da média, apurados com o passar dos anos. Assim, produzidas em diferentes escalas de tempo em um ou vários fatores meteorológicos como, por exemplo, temperaturas máximas e mínimas, índices pluviométricos, temperaturas dos oceanos, nebulosidade, umidade relativa do ar; as mudanças climáticas são provocadas por fenômenos naturais ou pelas ações humanas - que podem ser limitadas. O aquecimento vem da emissão de gases poluentes na atmosfera e como consequência, têm-se o aumento do nível dos oceanos, o crescimento e o surgimento de desertos, o aumento de furacões, tufões e ciclones e as já populares ondas de calor. A Conferência de Copenhague (COP-15) - que aconteceu entre os dias 7 e 18 de dezembro de 2009, em Copenhagen, capital da Dinamarca, foi considerado o mais importante da história recente dos acordos ambientais, pois teve por objetivo estabelecer o tratado que substituirá o Protocolo de Quioto, vigente de 2008 a 2012. Aparece aí a questão de maior relevância: como salvar o mundo e a própria vida humana?
Aqueles que encontrarem as respostas para chegar a esse objetivo, talvez não estejam vivos para avaliarem o resultado de suas decisões. Será que estudiosos ainda existirão para contar essa parte da história humana? Espera-se que sim, porém, cada vez mais a humanidade caminha para essa que pode se chamar de ‘utopia do século XXI’ - estar vivo no futuro. Que já começou.
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Abraços! Com muita chuva...
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