Invictus
OLÁ clic nautas.
Estivemos afastados essas últimas semanas devido a trabalhos intensos em prol da inter – regional do Enart, evento que acontece em agosto em Soledade.
Sobre essa ótica de trabalho árduo, de conduta posta para o sucesso, venho nessa minha coluna publica um poema que mostra isso tudo. Invictus, é um texto bom, simples e acredito que bem posta para a ocasião em que as pessoas buscam superação em suas necessidades.
Espero que gostem.
Paz e bem a todos
Invictus
Do fundo desta noite que persiste
A me envolver em breu - eterno e espesso,
A qualquer deus - se algum acaso existe,
Por mi’alma insubjugável agradeço.
Nas garras do destino e seus estragos,
Sob os golpes que o acaso atira e acerta,
Nunca me lamentei - e ainda trago
Minha cabeça - embora em sangue - ereta.
Além deste oceano de lamúria,
Somente o Horror das trevas se divisa;
Porém o tempo, a consumir-se em fúria,
Não me amedronta, nem me martiriza.
Por ser estreita a senda - eu não declino,
Nem por pesada a mão que o mundo espalma;
Eu sou dono e senhor de meu destino;
Eu sou o comandante de minha alma
• William Ernest Henley
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