Cialis, líder de mercado, não vai entrar em guerra de preço

Laboratório Eli Lilly vai manter valor em razão dos “benefícios” das 36 horas

Por Redação em 09/06/2010
nao. (Foto: Divulgação)
Cialis, líder de mercado, não vai entrar em guerra de preço

A Eli Lilly, laboratório americano fabricante do Cialis, o medicamento líder no tratamento de impotência sexual no País, afirmou que não pretende abrir uma guerra de preços contra o Viagra, da Pfizer, e seus genéricos que virão com o fim da patente do medicamento em 20 de junho.

"A razão é acreditarmos nos benefícios do medicamentos e na sua eficácia durante as 36 horas", afirmou o diretor de marketing do laboratório, Luciano Finardi. Baseado em pesquisas, a Eli Lilly garante que o tempo de duração do seu medicamento é maior do que os dos rivais.

O Cialis é encontrado apenas em apresentação com duas, quatro e oito comprimidos. O preço médio por comprimido é de R$ 28, quase o dobro do remédio da Pfizer, que custará R$ 15 a partir desta semana nas farmácias.

A empresa reconhece que a redução no preço do Viagra irá proporcionar um crescimento no mercado de medicamentos contra disfunção erétil, podendo elevar as vendas em 60% a 80%. A Lilly diz que em alguns países a empresa conquistou mais mercados quando novos players entraram no mercado do Viagra.

"Devemos manter nossa base de pacientes e até capturar novos em razão de que novos consumidores vão entrar no mercado e passarão a ser mais críticos e vendo os benefícios do Cialis em relação as demais drogas", explica Finardi.

Embora tenha sido lançado em 2003, quase cinco anos depois do Viagra, o Cialis tornou-se líder da categoria pouco tempo depois, tomando o lugar do rival. Atualmente, o Cialis tem cerca de 40% do mercado em volume e pouco mais de 45% em faturamento. A patente do Cialis vence em 2015.


Fonte: ig.com.br

   
O Portal ClicSoledade não se responsabiliza pelo uso indevido dos comentários para quaisquer que sejam os fins, feito por qualquer usuário, sendo de inteira responsabilidade desse as eventuais lesões a direito próprio ou de terceiros, causadas ou não por este uso inadequado.

Publicidade