Casamento não é comercial de margarina

Quer ter um relacionamento feliz? Então pare de perseguir um modelo ideal

Por Redação em 08/10/2010

   

nao. (Foto: Divulgação)
Casamento não é comercial de margarina

A família unida tomando café da manhã em dia de sol é o ícone da felicidade conjugal. Assim como casais de Hollywood ou pares românticos de filmes, a cena da propaganda de margarina é a referência de relacionamento no imaginário de mulheres e homens. Mas ficar apegado a um ideal de vida a dois tende a deixar os casais mais frustrados do que satisfeitos com o casamento ou namoro.

A felicidade no dia a dia pode não ser intensa e perfeita, mas isso não quer dizer que o relacionamento está em crise. Simplesmente mostra que o casamento é humano e normal. “Não dá para querer ser como a amiga ou como na novela porque às vezes isso não coincide com a sua realidade, com os projetos que consegue ou não desenvolver”, avalia a psicóloga Vânia Di Yorio. Ou seja, aquela declaração de amor perfeitamente detalhada nos seus sonhos pode nunca acontecer. O que não significa que seu parceiro não te ama e não diga isso de outra maneira.

Depois de namorar por quatro anos, Fausto Inomata e Nayra Michi foram morar juntos. O primeiro jantar romântico no novo apartamento foi uma lasanha congelada e refrigerante. “Nunca tivemos a expectativa de ser um casal de comercial de margarina”, conta Fausto, arquiteto de 29 anos. O desafio da relação se tornou a convivência, que se limitava aos finais de semana. “No namoro a realidade parcial é feliz. Antes a gente só se via em dias alegres, agora tem que lidar com o mau humor do outro também”, diz ele.

“Comercial de margarina foi só na festa do casamento mesmo. No namoro tudo era muito mais fácil: saíamos, viajávamos e depois ia cada um pra sua casa. Mas juntos todo dia a gente aprende a conviver com as situações difíceis também”, diz a arquiteta Daniella Abolin, casada há sete anos. Ela namorou o marido Wladimir Souto, analista de sistemas, por dez anos antes de formalizarem a relação e acha importante ter expectativas realistas para manter a relação. “Casamento também é feijão com arroz. Amar não é só jantar fora, transar todo dia, ir ao cinema. É a rotina do dia a dia”, diz o psicólogo Silmar Coelho, especialista em relacionamentos.

Dosando expectativas
Dificilmente alguém entra em um relacionamento sem um modelo. Alguma expectativa ou fantasia todo mundo tem. O importante é que esse ideal possa ser revisto e adaptado para a realidade do casal, diz Vânia. “A perfeição não existe em nenhum relacionamento. A família perfeita é a que sabe trabalhar os problemas”, aponta Silmar.

Depois de namorar por quatro anos, Fausto Inomata e Nayra Michi foram morar juntos. O primeiro jantar romântico no novo apartamento foi uma lasanha congelada e refrigerante. “Nunca tivemos a expectativa de ser um casal de comercial de margarina”, conta Fausto, arquiteto de 29 anos. O desafio da relação se tornou a convivência, que se limitava aos finais de semana. “No namoro a realidade parcial é feliz. Antes a gente só se via em dias alegres, agora tem que lidar com o mau humor do outro também”, diz ele.

“Comercial de margarina foi só na festa do casamento mesmo. No namoro tudo era muito mais fácil: saíamos, viajávamos e depois ia cada um pra sua casa. Mas juntos todo dia a gente aprende a conviver com as situações difíceis também”, diz a arquiteta Daniella Abolin, casada há sete anos. Ela namorou o marido Wladimir Souto, analista de sistemas, por dez anos antes de formalizarem a relação e acha importante ter expectativas realistas para manter a relação. “Casamento também é feijão com arroz. Amar não é só jantar fora, transar todo dia, ir ao cinema. É a rotina do dia a dia”, diz o psicólogo Silmar Coelho, especialista em relacionamentos.

Dosando expectativas
Dificilmente alguém entra em um relacionamento sem um modelo. Alguma expectativa ou fantasia todo mundo tem. O importante é que esse ideal possa ser revisto e adaptado para a realidade do casal, diz Vânia. “A perfeição não existe em nenhum relacionamento. A família perfeita é a que sabe trabalhar os problemas”, aponta Silmar.


Fonte: ig.com.br

   
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