Senadora Ana Amélia Lemos realizou visita a Exposol 2011

Câmbio, Código Florestal e assimetrias do Mercosul são as maiores preocupações dos produtores rurais e exportadores gaúchos

Por Redação em 09/05/2011

   

Senadora esteve visitando a Exposol na manhã de sábado, 07/05.. (Foto: Mariana Teixeira / ClicSoledade)
Senadora Ana Amélia Lemos realizou visita a Exposol 2011

Câmbio, Código Florestal e as assimetrias do Mercosul são as maiores preocupações dos produtores rurais e exportadores gaúchos. Essa foi a constatação feita pela senadora Ana Amélia na visita à Exposol 2011, em Soledade, neste final de semana.

O Código Florestal tem impacto direto sobre todas as áreas de produção agrícola no Rio Grande do Sul. A grande curiosidade dos produtores rurais e lideranças do setor é saber se ele terá condições de ser votado na próxima terça-feira (10). O tema foi o principal abordado pela senadora nas entrevistas concedidas a diversas rádios locais e de outras regiões do Estado que fizeram contato pela importância que o Código Florestal terá na economia gaúcha.

Por outro lado, os exportadores de pedras preciosas continuam apreensivos com o processo de defasagem cambial (valorização do real ante o dólar) que representa resultado negativo na receita das exportações. O produto brasileiro fica mais caro e perde competitividade.

Empresários do setor criticam a política monetária e cambial porque o Brasil se tornou um grande centro especulativo financeiro, provocando prejuízos e a fuga de indústrias para outros países. Nesse aspecto, as assimetrias do Mercosul estão provocando sérios danos à economia brasileira, em particular à gaúcha, pelos embargos que o governo argentino vem fazendo aos produtos nacionais.

Foi o caso dos calçados e agora, mais recentemente, máquinas e implementos agrícolas. Como o Rio Grande do Sul responde por 60% da produção nacional do setor, as exportações estão prejudicadas por essas restrições argentinas.

A senadora entende que o governo brasileiro está sendo tolerante e leniente na tomada de decisões referentes ao protecionismo argentino. - É inaceitável o que o Governo Cristina Kirschner vem impondo ao Brasil no comércio bilateral – avalia.

   
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