Soledade se organiza para o Festival Internacional de Folclore

A projeção da organização é de que 240 pessoas, entre bailarinos e músicos, estejam em Soledade de 23 e 25 de agosto, participando do evento

Por Lucas Bicudo / IR em 05/04/2013

   

(Foto: Mauricio Orsolin / ClicSoledade)
Soledade se organiza para o Festival Internacional de Folclore

Integrantes da comissão organizadora do II Festival Internacional de Folclore de Soledade estiveram reunidos na manhã de quarta-feira, 3/4, para analisar como está a preparação do evento. Participaram do encontro o presidente Vasco Portela Carneiro; a secretária de Indústria, Comércio, Turismo, Marilda Borges Corbelini; a coordenadora do Departamento Cultural, Thais Bedin, acompanhada de Gisele Freitas Lamaison e Mara Muniz, membros de sua equipe.

De acordo com Vasco Carneiro, na medida à medida que os meses vão passando, cada vez mais o festival vai tomando forma e tendo definições. “Em relação ao projeto para captação de patrocínios, por meio da Lei Rouanet, está sofrendo algumas adaptações para que possamos ter sua aprovação e iniciar a visita às empresas” - comenta. Ele destaca que diversos grupos brasileiros e internacionais já foram contatados, demonstrando interesse em vir. “Porém, esbarramos no limite de delegações que podemos trazer. Em nosso cronograma está programada a vinda de quatro grupos estrangeiros, além de representações nacionais” - disse. Está confirmada a presença da Compañia de Danza Uruguay, da cidade de Canelones, do Ballet Artístico San Pedro, da 1ª região de Tarapacá, comunidade de Alto Hospicio, no Chile, e do grupo Solovey, de Canoas (RS), que representa o folclore ucraniano. “A cada dia temos o contato de pessoas interessadas e confirmando participação. Então, até maio, prazo máximo para definir os grupos, teremos muitas novidades” - adiantou Carneiro.

A projeção da organização é de que 240 pessoas, entre bailarinos e músicos, estejam em Soledade de 23 e 25 de agosto, participando do II Festival Internacional de Folclore.

O local de realização do evento ainda segue sem definição concreta, pois de acordo com Thais Bedin, o Centro Cultural deverá passar por adequações para atender as exigências apontadas pelos bombeiros locais. “Porém, há locais alternativos, como o CTG Marciano Brum e o Parque de Eventos Centenário Rui Ortiz, que comportam tranquilamente este grande evento” - considerou.

   
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