Lideranças discutem sobre oferta de cursos pelo SENAR

Na região, foram apontadas a necessidade de 120 treinamentos, que poderão ser ofertados durante 2015

Por Lucas Bicudo em 01/08/2014

   

(Foto: Lucas Bicudo / ClicSoledade)
Lideranças discutem sobre oferta de cursos pelo SENAR

Lideranças ligadas ao setor primário estiveram reunidas na tarde dessa quinta-feira, 31/7, para discutir e escolher os cursos que poderão ser ofertados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) em 2015. O encontro foi realizado no Sindicato Rural de Soledade, onde participaram os representantes dos municípios de Barros Cassal, Ibirapuitã, Mormaço e Tio Hugo, que fazem parte da extensão de base da entidade sindical.

Conforme destacou o supervisor da região Planalto, Gelso Dal Bello, atualmente o SENAR oportuniza uma lista de 170 cursos e 20 programas. “Aqui na região, foram apontados a necessidade de 120 treinamentos, contemplando as mais diversas áreas, como horta, grãos, artesanato, pecuária, leite, panificados e os programas de alfabetização”, informou. Ele destaca que são as entidades que demandam sobre quais qualificações pretendem oferecer ao homem e mulher do campo.

Ao avaliar o desempenho dos últimos anos, Dal Bello afirma que a demanda vem crescendo. “Com base nos números em nível de Estado, podemos observar este aumento, uma vez que em 2011 foram oportunizados 6.200 cursos, em 2012 alcançou 7.300, em 2013 o total foi de 8.450. Agora neste ano, certamente passará de 9 mil qualificações”, citou. Ele lembra que sua regional é responsável por atender 90 municípios, contemplando 16 Sindicatos Rurais e 6 Sindicatos dos Trabalhadores Rurais.

O supervisor pondera que as entidades que trabalham com o setor primário são as principais parceiras do SENAR. “Elas são o nosso suporte quando da realização dos cursos, pois providenciam o local e estão sempre dispostos. Certamente parte do êxito na oferta das qualificações é dedicada aos Sindicatos”, concluiu.

De acordo com o secretário executivo do Sindicato Rural de Soledade, Zaluar Pedro, existe uma aceitação muito boa por parte dos produtores rurais. “Diferentemente de outras épocas, onde a demanda era escassa, agora estamos tendo uma procura muito interessante. Isto demonstra que o homem e mulher do campo estão percebendo que é necessária esta qualificação”, observou.

   
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