Conhecendo a deficiência auditiva

Léo Fagundes Filho [1]

Resumo

O artigo aborda a deficiência auditiva, visando conhecer esse assunto. Para isso, estuda as causas, consequências, diagnóstico, possibilidades de inclusão, tratamento, diferenças da deficiência auditiva e outros distúrbios, níveis e graus, e como você pode ajudar essas pessoas e também suas famílias entre outras questões relacionadas a esse tema. Conta fatos como foi conhecido primeiramente este problema, seus tabus, suas nomenclaturas, seus preconceitos entre outros problemas enfrentados. Não houve limitações para a elaboração do artigo, já que todos os dias surgem novos casos e a pesquisa continua a entender melhor a desordem, exigindo com estas novas formas de ajuda em busca de melhores resultados. A pesquisa foi feita em livros, jornais, revistas e sites sobre a deficiência auditiva e também com experiências testemunhadas nas aulas com alunos com esta deficiência na APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais). O trabalho será relevante para ajudar a encontrar e demonstrar maneiras de contribuir de alguma forma para o bem-estar de familiares e pessoas com este problema, para viverem de maneira digna e harmoniosa.

Palavras-chave: Deficiência Auditiva. Comunicação. Causas. Características. Inclusão.

1 Introdução

O estudo acerca da deficiência auditiva pressupõe o reconhecimento da deficiência conhecida por alguns como surdez. As causas da deficiência auditiva são quase que completamente desvendadas, podendo ser diversos fatores, genéticos, hereditários, ambientais, entre outros. Justifica-se a realização do presente estudo diante desta problemática e a necessidade de que este assunto seja amplamente explicado e estudado e seus argumentos sejam de grande importância para a conquista de um tratamento e um auxílio adequado e correto auxiliando os portadores dessa deficiência.

Assim o presente estudo, realizado por pesquisas bibliográficas, encontra-se estruturado na ordem que aparece no texto, além dos dados bibliográficos, aparecem citações de sites, autores e experiências vivenciadas em escola.

2 Compreendendo a Deficiência Auditiva

Conforme e enciclopédia virtual Wikipedia:

Deficiência auditiva (também conhecida como hipoacusia ou surdez) é a perda parcial ou total de audição. Essa perda pode ser causada por inúmeros fatores como: genética e/ou hereditariedade, envelhecimento (presbiacusia), exposição a ruído (perda auditiva induzida pelo ruído – PAIR), infecções (as do complexo TORCH[1]), complicações perinatais, traumas físicos, medicamentos e agentes ototóxicos. Crianças com deficiência auditiva, congênita ou adquirida, podem apresentar dificuldades com a aquisição e desenvolvimento da linguagem oral caso não ocorra o processo de intervenção e reabilitação auditiva. Através da intervenção precoce e da reabilitação, têm-se como objetivo minimizar as dificuldades de aquisição promovendo o desenvolvimento da linguagem oral por meio da audição. Segundo uma estimativa da “Organização Mundial da Saúde“, cerca de 466 milhões de pessoas no mundo convivem com problemas auditivos no ano de 2018, representando 6,1% da população mundial. (DEFICIÊNCIA auditiva, 2018)

 

Segundo análise desse trecho no site, nota-se que a deficiência auditiva possui algumas terminologias, pode ser conhecida também por hipoacusia (surdez), que é perda parcial ou total de audição. Diz-se também que existem vários fatores que podem ser genéticos hereditários, envelhecimento, podendo ser por exposição a ruídos altos, infecções, alguns tipos de traumas etc.

Outra coisa interessante é que se as crianças com deficiência auditiva que forem acompanhadas desde cedo terão mais sucesso e menos dificuldades na aquisição no desenvolvimento de linguagem oral e por meio auditivo.

2.1 Diferença de Deficiência Auditiva e Surdez

De acordo com Ministério da Educação (apud RODRIGUES, 2017) “A surdez consiste na perda maior ou menor da percepção normal dos sons. Verifica-se a existência de vários tipos de pessoas com surdez, de acordo com os diferentes graus de perda da audição.” (MEC, 2006)

Rodrigues (2017, documento eletrônico não paginado) define surdez como “a perda parcial ou total de perceber sons, pode ocorrer por causa de má formação genética ou problemas no aparelho auditivo” e deficiência auditiva da seguinte forma “O surdo é quem tem ausência total da audição, que não ouve nada”. Explicita ainda a existência do Parcialmente surdo, sendo “aquele que tem uma capacidade de ouvir, apesar da deficiência tem funcionalidade com ou sem aparelho auditivo. Existe deficiência auditiva, condutiva, mista, neurossensorial e central.” Segundo o autor, a deficiência auditiva ou surdez pode ser:

Condutiva: Interferência na transmissão de som desde conduto auditivo externo até orelha interna. A maioria das deficiências auditivas condutivas podem ser corrigidas por tratamento clinico ou cirúrgico. Pode ter varias causas, como corpos estranhos, acúmulo de cera, otite, má formação congênita, inflamação nas membranas timpânicas, tímpano perfurado, obstrução na tuba auditiva entre outros.

Sensório-Neural: Impossibilidade receber sons por lesões nas células da orelha ou no nervo auditivo. Essa deficiência é totalmente irreversível, pode surgir hereditariamente com problemas na mãe, problemas como rubéola, sífilis, herpes, toxoplasmose, alcoolismo, diabetes etc. Pode também por problemas físicos, traumas de parto, baixo peso, caxumba, encefalite, meningite, sarampo etc.

Mista: Alteração na condução do som até o órgão terminal sensorial associado por lesão do mesmo. Pode ser notado pelo audiograma, onde mostra limiares de condução abaixo dos níveis normais.

Central ou Surdez Central: Essa deficiência manifesta-se por graus de dificuldades na compreensão das informações sonoras. Ocorre alterações no processamento das informações sonoras, no sistema nervoso central.

2.2 Causas da Deficiência Auditiva

Conforme explicitado pelo Colunista Portal – Educação (2019)

A deficiência auditiva pode ser transmitida geneticamente de geração em geração, particularmente quando existem casos de surdez na família.
As doenças mais importantes são:

A) RubéolaPrincipal causa pré natal da deficiência auditiva, parecida com o sarampo pode ser confundida com intoxicação alimentar ou até mesmo com brotoeja, começa com sintomas de febre coriza e conjuntivite. Logo aparecem manchas vermelhas em todo corpo que duram de uma a duas semanas, em alguns casos os sintomas são leves é bem complicado de detectar a doença, este vírus pode ser adquirido no ar, se instala pelo nariz e boca da mãe onde esta transmite pela placenta. As crianças com rubéola congênita podem aparecer com um comprometimento de 50% dos casos, a criança também pode ter comprometimento neurológico cardíaco e visual.

B) Sífilis– Infecção sistêmica crônica causada por bactéria chamada Espiroqueta Treponema Pallidum, começa com uma ferida pequena, sem dor, não coça e não arde, suas manifestações são múltiplas e severas, onde ocorre também a perda da audição, é transmitida para o feto no útero, antes da 12ª semana de gestação. Se esta doença for detectada as da 18 semana de gravidez, pode prevenir complicações. A incidência da perda auditiva através da sífilis ocorre em maior número no sexo feminino.

C) Toxoplasmose– Transmitida pela mãe que contamina o feto, ocorre complicações seríssimas, quase que sempre nos três primeiros meses de gestação, a criança já pode nascer com a deficiência auditiva, com um retardo mental e com problemas na visão.

D) Incompatibilidade sanguínea (Fator Rh) – O sangue da criança(RH+) sendo diferente do sangue da mãe(RH-), pode ocorrer problemas futuros na saúde da criança, a incompatibilidade causa alterações no sangue da criança, a criança pode nascer com a pele amarelada, com problemas neurológicos, motores, visuais e auditivos.

E) Citomegalovírus– Uma das maiores causas de infecção viral congênita a perinatal, pode ocorrer infecção no feto intrauterina ou pós natal até mesmo durante o nascimento com a passagem da criança pelo canal vaginal infectado. As mulheres gravidas o vírus gera uma irritação na pele, uma alergia, febre rápida, assintomática, pode ser diagnosticado pela saliva ou urina, onde apresenta altos níveis de concentração. Quando a doença é contraída no inicio da gestação o feto pode causar infecção sem muitas consequências mas também pode apresentar retardo mental, deficiência auditiva, problemas na visão, calcificação cerebral, onde ocasionam crises convulsivas.
F) Herpes– Uma doença sexualmente transmitida, pode causar feridas em mucosas do corpo. Pode transmitir este vírus para a criança durante o nascimento, pode causar consequências gravíssimas ao bebe, inclusive pode levar a óbito.

Após o Nascimento

A) Prematuridade – Os bebês nascidos com o tempo de gestação encurtado e/ou baixo peso (menos de 2.500 g), geralmente necessitam de tratamento intensivo. A perda auditiva pode ocorrer em razão do tratamento intensivo: ingestão de antibióticos e exposição contínua aos ruídos do berçário.

B) Ruídos nas Primeiras Semanas de Vida– Sons muito intensos ao redor do bebê como, por exemplo, rádio, televisão, eletrodomésticos e alguns brinquedos, podem trazer alterações em sua audição.

C) Caxumba– É uma doença provocada por um vírus que atinge preferencialmente as glândulas salivares, sobretudo as parótidas, de um ou de ambos os lados, com aumento de volume da região na frente e abaixo da(s) orelha(s). Pode causar meningite, inflamação dos testículos, nos meninos, e do ovário, nas meninas, infecção do pâncreas e deficiência auditiva, sendo esta última a complicação mais frequente da caxumba.

D) Sarampo– É uma doença que começa com febre acompanhada de coriza e conjuntivite. É extremamente contagiosa e com maior incidência no inverno. Caracteriza-se por manchas vermelhas por todo o corpo, febre alta e complicações respiratórias, como broncopneumonia. Pode também provocar deficiência auditiva e lesões no globo ocular.

E) Meningite– É uma inflamação das meninges, que são as membranas que cobrem nosso cérebro e os outros órgãos do Sistema Nervoso Central. Ela pode ser causada por bactérias, vírus, fungos e outros. Dois tipos são transmissíveis e requerem maiores cuidados em nível de saúde pública.

F) Medicamentos Ototóxicos para Crianças– Alguns medicamentos, quando ingeridos pela gestante, são responsáveis pela lesão do ouvido do bebê, provocando surdez. Antibióticos, principalmente os da família dos aminoglicosídeos, são os mais perigosos, além de alguns tipos de diuréticos e anti-hipertensivos, que também podem provocar lesões. Os medicamentos mais perigosos contêm os seguintes princípios ativos, tais como: Estreptomicina; Gentamicina; Canamicina; Sisomicina; Amicacina, Tobramicina e outros.

Segundo Machado, Tres e Oliveira (2011) alterações de audição pós nascimento são causadas por fatores genéticos mas nem sempre, pode ocorrer com outros tipos de anormalidades, diz também que a brusca perda auditiva pode ocorrer devido a problemas envolvidos por bactérias e vírus até mesmo alérgicos. Pode ocorrer também por outros fatores externos como tumores, ototoxidade, traumas entre outros.

2.3 Características da Deficiência Auditiva

Conforme Colunista Portal – Educação, (2019) algumas características observadas no deficiente auditivo são falta de atenção e falta reação a sons pouco intensos; distração e preguiça aparente; linguagem precária; barulhentos demais (atividades motoras ruidosas, arrastam os pés); dores constantes de ouvidos; irritação e agressividade; dificuldades em tarefas; ausência da fala; comunicam-se através de gestos; voz e ritmo imperfeitos; parecido aparentemente com deficiente mental.

A deficiência auditiva acarreta déficits emocionais e não desvios patológicos de personalidade; dificuldade em perceber e adotar atitudes similares a seus companheiros de idade e sexo; dificuldades em perceber e aceitar suas limitações e potencialidades; prejuízo na formação de conceitos; falhas na memória mediata, falta de controle dos movimentos laríngeos. A voz quase sempre estridente ou aguda, outras vezes não é nem produzida, e muitos possuem a voz super débil; a respiração com ritmo irregular, discordância no número de inspiração e expiração durante a fala; a articulação no geral é defeituosa. Articula melhor as vogais do que as consoantes; a fala com transtornos rítmicos. Alguns dos transtornos são discretos e em outros são bem importantes.

Conforme Viana (2016) o deficiente auditivo se isola das pessoas até mesmo de sua família, por se sentirem constrangidas e com receios e medo de criticas, muitas vezes se isolam por não terem um entendimento e uma compreensão do que as pessoas e seus familiares estão conversando, assim não possuem uma vida social normal.

2.4 Como a pessoa com Deficiência Auditiva é incluída

Para Vygotsky (1988), a interação social é mediadora do processo de aquisição cognitiva geral que se dá através da linguagem. Na educação, portanto, o professor é o principal mediador da aprendizagem do aluno, facilitando-lhe o domínio e a apropriação dos diferentes instrumentos culturais.

Cidade e Freitas (2014) contam que a Educação Física tem objetivo de estudar a motricidade das pessoas com necessidades especiais, mas se adequando e tendo metodologias para atender cada tipo de necessidade especial sempre respeitando as diferenças. Dizem ainda as autoras que na escola todos devem participar da vida acadêmica, que todos devem desenvolver trabalhos pedagógicos indiscriminadamente.

Para Almeida e Souza (2015) a educação física inclusiva é um trabalho complexo, pois já que na historia da educação física em tempos passados as pessoas eram muito discriminadas, isoladas e excluídas, os que possuíam alguma deficiência, no passado pessoas com deficiência eram excluídas, pois a educação física cultuava pessoas perfeitas. Então nós professores devemos incluir a todos com todos os tipos de deficiência sempre respeitando a limitação de cada um.

Para Machado, Tres e Oliveira (2011) devemos incluir todos procurar de todas as formas recursos adequados. Pois cada ser é um ser diferente, todos nos temos um tempo diferente de aprendizagem, nem todos rendem da mesma maneira e ao mesmo tempo. Se não estamos conseguindo passar um aprendizado pode ser por falta de metodologias adequadas ou por tentar exigir demais não respeitando o tempo de aprendizagem do aluno.

2.5 Diagnóstico e tratamento da Deficiência Auditiva

Viana (2016) conta que a identificação da perda auditiva é através de exame conduzido por um fonoaudiólogo. Fala que existem os graus da perda auditiva o normal (0 a 25 decibéis), leve (25 a 40 decibéis), moderado (41 a 70 decibéis), e o severo (71 a 90 decibéis), e sua identificação é através de decibéis. Deve-se estimular a fala para não haver um maior comprometimento

O exame é feito para detectar a surdez chama-se audiometria, é um exame rápido, sem incomodo algum normalmente realizado por um fonoaudiólogo, com objetivo de avaliar a função auditiva, podendo detectar informações do grau da perda auditiva.

Alguns dos tratamentos para diminuição da audição incluem, segundo Antonio (2018):

Lavagem do ouvido, consistindo na retirada de cera acumulada do ouvido, bom consultar um otorrinolaringologista para fazer a lavagem com material adequado e especifico, sem causar ferimentos no interior do ouvido. O acumulo de cera pode ser evitado com o simples banho fazendo a limpeza na parte externa do ouvido com soro ou água morna, limpando com uma toalha estéril, sempre evitando uso de cotonetes ou outros objetos que podem ao invés de limpar acumular mais a cera dentro do ouvido.

Aspiração do ouvido em casos em que possa ocorrer água dentro do ouvido ou algum corpo estranho onde ocorra perda de audição ou sensação de ouvido tapado deve ser procurado um otorrinolaringologista para poder retirar a água ou corpo estranho com materiais adequado. Quase que na maioria das vezes isto ocorra em crianças;

Uso de medicamentos; o correto é no caso de infecções ou também conhecido por otites ocorrido na presença de vírus ou bactéria, ocorre sensação de perda auditiva e dores, latejar e febre, seu tratamento é feito através de antibióticos e analgésicos, sua aplicação pode ser por pomadas e gotas.

Geralmente, quando a diminuição da audição atinge o ouvido externo ou o ouvido médio, o tratamento inclui a realização de uma cirurgia, como a timpanoplastia ou mastoidectomia, por exemplo, que é feita com anestesia geral, sendo necessário o internamento de 2 a 4 dias. A maioria das cirurgias do ouvido são feitas através do canal auditivo com uso de microscópio ou fazendo um pequeno corte na parte de trás da orelha e têm como objetivo melhorar a capacidade de ouvir. Qualquer cirurgia pode trazer complicações, como infeção, sensação de zumbido ou tontura, alteração do paladar, com sensação de gosto metálico ou mesmo, a não recuperação da audição, porém, as consequências são raras.

O aparelho auditivo, também conhecido por prótese acústica, é um pequeno dispositivo que é colocado no ouvido e que aumenta o volume dos sons, fazendo com que se consiga ouvir com mais facilidade. É usado em pacientes que perdem progressivamente a audição, como no caso de idosos e, normalmente é usado quando a perda auditiva atinge o ouvido médio.

3. Conclusão

A redação do texto apresentado buscou propor reflexão sobre a deficiência auditiva, acerca da questão na qualidade no entendimento e tratamento dos portadores, devendo estar bem claro nas escolas, obedecendo propostas e ações consideradas fundamentais a serem oferecidas pela instituição escolar. Considera-se essencial, devendo ser assunto mediante o compromisso de todos os envolvidos.

Ao longo do estudo, buscou-se a afirmação da importância do estudo, buscando entender o que é a deficiência auditiva, a fim de gerar respostas positivas a este problema. Nesse sentido o entendimento da deficiência auditiva é crucial, de modo que o profissional fique atento a todas as possibilidades de acompanhamentos e tratamentos necessários. Além disso, é preciso que o entendimento da deficiência auditiva seja repassado a todos a fim de que possam emprega-lo em diversas situações.

A deficiência auditiva é bem complexa pois cada caso é um caso, nem todos respondem igualmente. Por tudo que foi estudado neste artigo pode-se perceber muitas coisas sobre a deficiência auditiva, o que é, as suas causas, características, graus, como tratar, como se comunicar, entre outras coisas. Este é um tema muito amplo e que merece muito empenho de todos. Os estudos e o conhecimento evoluem a cada ano, mas isso não quer dizer que a deficiência auditiva é fácil de resolver. Apesar de todos os esforços de cientistas, médicos e pesquisadores ainda não possui uma cura, mas existem tratamentos para amenizar esta deficiência, existem ainda duvidas e interrogações sobre esse assunto.

É preciso que no dia a dia haja maior aprofundamento, sem medir esforços para que possamos ajudar as famílias destas pessoas e principalmente ajudar os próprios deficientes auditivos, de uma forma que eles sejam respeitados, que sejam ativos, presentes, participativos, que tenham uma inclusão, uma maneira de serem mais felizes e que vivam de certa forma dignamente em sociedade, pois são seres humanos dotados de inteligência e capazes de produzir, acrescentando muito na sociedade.

Referências

ALMEIDA, Luiz Gustavo Silva de; SOUZA, Fernando Gomes de. Educação Física no Contexto Escolar para Alunos Surdos. 2015. Disponível em: http://editora-arara-azul.com.br/site/admin/ckfinder/userfiles/files/1%C2%BA%20Artigo%20de%20ALMEIDA%20e%20SOUZA%20para%20REVISTA%2016.pdf. Acesso em: 25 jan. 2019.

ANTONIO, Rosa Maria Rodriguez. Conheça os tratamentos para diminuição da audição. 2018. Disponível em: <https://www.tuasaude.com/conheca-os-tratamentos-para-diminuicao-da-audicao/>. Acesso em: 25 jan. 2019.

CIDADE, Ruth Eugênia; FREITAS, Patrícia Silvestre. Educação Física e Inclusão: considerações para a prática pedagógica na escola. 2014. Disponível em: http://atividadeparaeducacaoespecial.com/wp-content/uploads/2014/09/INCLUS%C3%83O-PRATICA-PEDAGOGICA.pdf. Acesso em: 25 jan. 2019.

COLUNISTA PORTAL – EDUCAÇÃO. Causas da Deficiência Auditiva. 2019. Disponível em: https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/fonoaudiologia/causas-da-deficiencia-auditiva/33843. Acesso em: 25 jan. 2019.

DEFICIÊNCIA auditiva. 2018. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Defici%C3%AAncia_auditiva>. Acesso em: 15 jan. 2019.

MACHADO, Maiara Bruna; TRES, Rafaela; OLIVEIRA, Lisandra Antunes de. Inserção do deficiente auditivo ou surdo no Ensino Superior da Universidade do Oeste de Santa Catarina – Campus de São Miguel do Oeste. Unoesc & Ciência – Achs, Joaçaba, v. 2, n. 2, p.156-164, jul/dez 2011. Disponível em: https://editora.unoesc.edu.br/index.php/achs/article/viewFile/714/pdf_217. Acesso em: 25 jan. 2019.

RODRIGUES, Leandro. O que é Deficiência Auditiva e Surdez? 2017. Disponível em: O que é Deficiência Auditiva e Surdez? Acesso em: 25 jan. 2019.

VIANA, Lenilda Soares. Consequências da Perda Auditiva e/ou, do Zumbido na Qualidade de Vida, no Trabalho E Nas Relações Sociais. 2016. 100 f. Dissertação (Mestrado) – Curso de Economia Doméstica, Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, 2016. Disponível em: http://www.locus.ufv.br/bitstream/handle/123456789/9902/texto%20completo.pdf?sequence=1. Acesso em: 25 jan. 2019.

[1] Graduação em Educação Física UPF, especialização em Educação Especial com Ênfase em Deficiência Visual, Auditiva e Surdocegueira pela Faculdade de Educação São Luís de Jaboticabal SP. E-mail do autor: [email protected]