Yeda anuncia isenção total na compra de sementes de milho da Safrinha

Por ASCOM Governo do Estado em 07/05/2009

   

nao. (Foto: Jefferson Bernardes)

Os pequenos produtores de milho dos municípios em situação de emergência por causa da estiagem terão isenção de 100% do governo do Estado na compra de sementes para a Safrinha - a segunda colheita do grão no ano, feita depois do verão. O anúncio foi feito no início da tarde desta quinta-feira (7) pela governadora Yeda Crusius, em Soledade, onde ela abriu oficialmente a ExpoSol 2009. Deverão ser beneficiados diretamente pela medida aproximadamente 110 mil pequenos agricultores. Nesta quinta-feira (7), Yeda também sobrevoou a região em situação de emergência, passando pelos municípios de Erechim, Áurea, Getúlio Vargas, Paulo Bento, Jacutinga e Barão do Cotegipe.

No último dia 25 de abril, ao abrir a 14ª Fenamilho, em Santo Ângelo, a governadora já havia anunciado a ampliação do subsídio do Estado na compra de sementes aos pequenos produtores que participam do programa Troca-Troca para a Safra de Milho e que estão sofrendo os efeitos da seca. Afora os 27% que o Estado já subsidia na aquisição de até 40 quilos de sementes, esses agricultores terão mais 40% custeados pelo governo. Além disso, a governadora também informou a decisão de ampliar o prazo de pagamento, pelos produtores, de 30 de abril para 30 de maio.

Para cobrir todos esses benefícios aos pequenos agricultores, haverá uma suplementação de R$ 2,6 milhões da Secretaria da Fazenda para a Secretaria da Agricultura. No mercado, a saca de sementes custa em torno de R$ 100,00. Como o governo do Estado compra uma quantidade grande, o valor cai para R$ 77,00 - dos quais os pequenos produtores pagam uma parte e o Estado subsidia o restante. Em 2008, foram investidos pelo governo estadual R$ 8,4 milhões no programa Troca-Troca de Sementes de Milho.

Os agricultores solicitam as sementes nos seus municípios, por meio de questionário entregue em aproximadamente 450 entidades habilitadas ao programa. Para ter direito ao subsídio, o produtor deve residir em pequena propriedade e ter, no mínimo, 70% da renda familiar baseada na exploração agropecuária. A renda bruta anual não pode ultrapassar R$ 40 mil.

   
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